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quinta-feira, 1 de abril de 2010

O Jogo Perdido do Flash, e o jogo Maldito do Superman

O crédito pela descoberta do vídeo, claro, é do Sapão e seu 4shared mágico. Dá uma olhada, antes de qualquer coisa...



Pois então, essa belezinha de projeto podia ter rolado, mas por falta de culhões dos envolvidos, os jogadores ficaram só na vontade. Eu nem sou um fã do Flash e já fiquei bem interessado pelo game; tem uns gráficos aceitáveis (e suponho que se o jogo saísse do papel, iam dar um tratamento melhor pra algums texturas) e a jogabilidade parece bem dinâmica, numa coisa meio Sonic, meio Tony Hawk... O combate parece um pouco simplificado de mais, mas não parece que ia ser o foco da treta mesmo.

Dá pra notar que esse jogo é meio antigo por uma coisa bem simples: Ele não foi afetado por essa modinha de pegar os elementos de um personagem e torna-los "sombrios", achando que isso é algum tipo de garantia de qualidade. O vício nessa merda é tão grande que os caras chegaram a cogitar a possibilidade de fazer um filme "dark" pro Capitão Marvel/Shazam... Pela porra de Deus! O personagem é o mais boa prça que existe, ele é exatamente a antítese de tudo que é "dark"!! Mas isso é discussão pra outro momento.

Me passou uma coisa pela cabeça: imaginem essa porra de jogo aí com uma mega mothafucker cãmera lenta, com aqueles tons doidos de profundidade tipo Need for Speed (como se o Flash chegasse perto de quebrar a barreira do som, sei lá), uma ou duas cenas do jogo em que o jogador pudesse usar esse efeitos, já faria todo nerd do mundo ficar doido.


"Me chupa Sonic!!"

De um lado, um jogo que eu lamento muito que não tenha saído, do outro, um jogo que eu nem consigo acreditar que foi feito: o absurdamente tosco, indescritívelmente terrível e inominávelmente obtuso... Superman 64!!



Felizmente nunca tive o desprazer de jogar esse monte de excrementos de hutt, mas só de olhar já fiquei aterrorizado, pensando em quantos jovens fanboys não tiveram a infância marcada por essa tortura em 64 bites...

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Zumbis Digitais - Parte 02 (RE5)

No 4, tinhamos o Leon, de volta aos holofotes (o cara apareceu no primeiro, mas é citado ou faz aparições em quase todos os jogos).

Bom, pra começar, um resumo da história do jogo, com base nos meus parcos conhecimentos em inglês e meu desdém total pela história fraca: Chris e sua nova parceira, Sheva, trabalham pro BSAA (não oque significa) e estão numa missão, na África; dá uma baita merda, os Majini (uma tribo africana, com Oroboros nas veias, e ódio no coração) se enlouquecem e começam a tocar o horror... Sheva e Chris pegam suas armas e partem pro pau.

Se no RE4 os dialogos eram meio bobos e poucos personagens tinham carisma... em RE5, os dialogos estão ABSURDAMENTE CLICHÊS, chegando ao ponto de serem irritantes; e dos personagens, não há se quer um que realmente seja cativante. Parece que a história foi escrita por um roterista de filmes do Van Damme ou coisa assim, todos os clichês estão lá... o covarde feioso, a vilã executiva e o cara-malvado-indiscritívelmente-poderoso, que certamente será vencido no final do jogo.

Se o roteiro vai mal das pernas, a qualidade técnica vai bem, obrigado, o jogo tem gráficos ainda mais realistas que o antecessor, os músculos e as expressões faciais estão muito bem definidos, chegando num nível incrível; falta arrumar aqueles bug's clássicos com as portas, que sempre deixam o inimigo "vazando", quando ele está escondido atras dela.

No engine, a mudança fica por conta de uma pegada mais "realista", em todos os outros jogos da franquia, quando você parava pra fuçar no inventário, o jogo todo parava, e você, com a maior calma do mundo, fazia o que tinha que fazer, e só então voltava pro "mundo real"... MAS, agora, a coisa não é bem assim!! Enquanto você escolhe que item pegar, o jogo continua, os majinis te batem, te ateiam fogo e o caralho!! Isso realmente é bacana, por que te deixa "no clima" o tempo todo.

O sistema de upgrade continua, mas INFELIZMENTE, em nome do "realismo" perdemos um dos personagens mais queridos dos fãs do último jogo... o Mercador; agora, toda compra/venda/upgrade de arma é feita entre as fases... Eu sinceramente espero ver o Mercador voltando em breve!!

As mudanças acabam por aí ? Nããão, não acabam, como eu disse antes, Chris tem uma parceira, Sheva, e ela te acompanha o jogo inteiro, te "ajudando" a sobreviver. Ou ao menos é oque se pensa até jogar mais que dois minutos, a burrice artificial dela, na maioria das vezes, só te põe em roubada, ela gasta munição, usa item de cura quando não deve, vira as costas para inimigos... enfim, ela é igual à Ashley (garota-peso-morto) do 4, mas com uma Ak-47.

No final das contas, esse é um jogo nota 7,0; não mais que isso, mesmo o clima de ação sendo bacana, o desleixo com um bom segmento da história, torna tudo muito "esquecível", e transforma o novo Resident Evil em apenas outro jogo de matar pessoas.


CINCO CONTRA UM
(cinco pontos negativos e um positivo a respeito do jogo)

  1. o Mercador sumiu e isso me entristesse, mesmo...
  2. os roteristas continuam com a mania irritante de transformar os vilões em monstros gigantes!!
  3. a tentativa de criara outro "maluco da serra-elétrica", não ficou tão legal, gostamos mais do original...
  4. os cenários e todo sistema das fases é totalmente chupinado do jogo anterior... que preguiça hein, disigners!!
  5. Albert Wesker, o vilão de tantos RE's, foi transformado em um figurante de Matrix, com roupas e poderes de que caem de uma forma RIDÍCULA pro personagem!!

E, a notícícia boa, é que... OS LICKERS ESTÃO DE VOLTA!! E MAIS FODAS DO QUE NUNCA!!.




E, pra concluir, quero dizer que, se tem algo que é incontestávelmente bem feito em relação a estão tão maltratada franquia, esse algo, é a campanha atual de divulgação dela, que inclui vídeos mostrando o que ocorreu com Sheva e Chris no fim do jogo, e também, tem o blog de um dos personagens do RE5.

Mas, como sou filho da puta, só largo os links dessas porras, no próximo post, por que agora, tô loco de sono... Bom apocalipse zumbi para todos.





se não dá pra por o Mercador... que seja a filha dele então!!

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Zumbis Digitais - Parte 01 (RE4)


Nada é mais legal que a luta de facas desses dois...

Definitivamente, todo mundo conhece os jogos da franquia do Residen Evil, e quem é novo ou velho de mais pra ter jogado a "trilogia clássica" pra Play Station com certeza ouvi os comentários sobre os jogos mais modernos, Resident Evil 4 e 5... (tem o Resident Evil Outbreak também, mas esse eu joguei muito pouco).

Então, já que hoje é dia de post e me falta assunto, vamos com isso...

Os produtores e roteristas do RE 4, deviam estar completamente drogados quando tiveram a idéia de tirar os zumbis da jogada e colocar no lugar deles, seguidores de uma seita religiosa que "presenteia" seus seguidores com um parasita bizarro; não que seja totalmente descabido, mas, para a grande maioria dos fãs, "RE sem zumbis, não é RE" (e eu ouvi MUITO essa frase por aí).

A mudança no engine do jogo também é radical, a câmera continua sendo na terceira pessoa, mas não é mais dividida por telas como nos jogos anteriores, isso torno o jogo mais dinâmico, mas também tira muito do clima de tensão...

MAS isso me lembra de outro ponto importante, que a maioria dos afixionados demoraram pra entender: Resident Evil não é mais um jogo de horror/suspense, é meramente um jogo de ação, os puzzle's, que fizeram a fama da franquia, foram resumidos a dois ou três quebra-cabeças bem fáceis, e o resto do tempo, é dedicado aos tiroteios, que é pra isso que o engine do jogo foi feito.


Se limar os zumbis foi idéia ruim para os fãs, o sistema de upgrade das armas, foi "o prêmio de consolação"; o negócio funciona assim, durante as fases você encontra dinheiro, e outros itens valiosos, daí, é só vender eles pro mercador (que aparece do nada) e aumentar o poder de fogo das suas armas, ou aumentar número de slot's do seu inventário. O Mercador também, compra e vende arma e itens como spray's e granadas.

Na história, voltamos na pele de Leon (acho que le é do Resident 2), agora agente secreto do governo, que precisa resgatar a filha do presidente dos Estados Unidos, sequestrada pela seita dos Illuminados, enquanto viajava pela Espanha. Os diálogos das cenas são bem previsíveis, mas ainda assim, personagens como Krauser e Ada conseguem mostrar algum carisma.

Nada muito além disso, Leon reencontra Ada (personagem secundário do RE 2), e lá pelas tantas, depois de encontrar a Primeira Pentelha, Ashley, é que o jogo se torna difícil, já que além de cuidar de si mesmo, o jogador precisa cuidar da guria também.

No mais, com um pouco de paciência, qualquer um é capaz de chegar ao final desse jogo (ao menos no Normal), que trás uns extras bem bacanas, como o mini-game Mercenaries.


Esses são os tipos gente-boa que aparecem pelo caminho do Leon...