"HOUR OF RUSH"
"BRITISH HEROES"

"JANUARY 1st"


"NUART SHOW"


"SMALL GODS"


E quando andar por aí, mantenha-se atento, talvez você veja alguma das obras de arte rastejando pela calçada.








Bem- Vindo à Tranquilidade : Aqui, nos deparamos com o cotidiano da pacata cidade de Tranquilidade, onde grandes heróis (e até mesmo alguns vilões) do passado podem ter uma velhice confortável e digna. O primeiro arco começa quando o Sr. A, herói renomado e muito bem quisto na cidade, é misteriosa e mortalmente ferido em uma lanchonete, durante uma confusão com heróis "da nova geração", apartir daí, a trama se expande, e passa a nos mostrar pequenas subtramas, interligadas ao assassinato, mas ainda assim, independentes em termos narrativos. Um dos pontos altos desta série, é o tributo que se faz aos grandes ícones dos quadrinhos, como o personagem Maximan, que igaul ao Capitão Marvel (da DC), precisava apenas dizer uma palavra para ganhar atributos divinos... mas, infelizmente, Maxi, por causa de idade, esqueceu QUAL palavra lhe concedia seus poderes. Assuntos mais sérios, como violência policial e liberdade de imprensa também são abordados, de forma sutil.
"heróis"; os personagens são gente comum, do tipo que você poderia encontrar em qualquer fila de banco ou loja de conveniências; claro, algumas deles são imortais e outros capazes de derrubar paredes inteiras com um só golpe, mas ainda assim, psicológicamente, são mais parecidos com eu e você do que com o Superman; tanto que os dialogos e os relacionamentos, são o ponto principal de todas as tramas. A desenhista, Becky Cloonan (de American Virgin) tem um traço mais para o lado dos mangás, e em cada edição o traço se adapta ao contexto e a velocidade da narrativa, mostrando o talento e o tato da moça. Recomendo que se leia ao menos duas edições: Fique Firme, sobre um skinhead refletindo sobre suas amizades e sobre a família; e Mixtape, que nem envolve super caras nem nada do gênero, mas ainda assim consegue ser a melhor e mais tocante das crônicas. 
entrando para o quadro de funcionários da polícia local, e tendo que se acosumar com o mal humor de Swax, seu parceiro; enquanto lidam com problemas pessoais e proficionais, os tiras precisam capturar "o Libra" um assassino de prostitutas que não deixa nenhuma mísera pista. Os conceitos de realidades alternativas usados por Moore quando ele escrevia sobre Capitão Bretanha estão de volta, com terras onde a Era de Ouro dos gregos nunca acabou vibrando próxima de uma Terra onde os ovas (aqueles robôs japoneses que aparecem no Neo Genesis Evangelion) são comuns. Na minha modesta opinião, Top Ten é a melhor das obras do bom, velho, feio e carrancudo Alan Moore. Rendeu dois volumes, mais o especial "Fourty Niners" (sobre como as coisas ficaram tão malucas), e uma mini-série em 7 números mostrando mundo natal do carrancudo Swax (num tom bem mais leve que as outras duas).