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quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Misfits - ep. 02 temp. 02

EU SEI que vocês estava loucos de saudade pra voltar a me ler por aqui, mas, tive alguns problemas com nosso amiguinho blogger, só pra variar. Mas deixa isso pra lá, vamos ao que interessa!

(valeu pelo achado,Johsemi!)

Depois de uma semana de ansiosa espera, nossos cumpadis do serviço comunitário voltaram. Primeiro queria dizer que aquela cena "sensual" do Nathan passando bronzeador em si mesmo, vai assombrar minhas notes de sono por muito tempo; Enfim, a intenção do episódio é obviamente é confrontar a personalidade do imortal. E fez isso de forma competente, sem ser piegas, e me surpreendeu mesmo usando o truque mais manjado de todos.

E a minazinha bargirl ? Fiquei triste por ela. Então, o que colo mesmo é post pequeno, eu sei. Baixem e caiam fora.

[LINK PARA DOWNLOAD]

PS: o nome da equipe de tradução não podia ser outro "MONKEY SLUT"

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Misfits - ep. 01 temp. 02

Já faz tempo desde a última vez que falei sobre Misfits por aqui, e pra quem tá com preguiça de ler o post antigo, aí vai a versão resumida: bando de losers fazendo serviço comunitário ganham poderes, e precisam aprender a lidar com isso, a conviver uns com os outros, e sumir com o corpo do cara que eles mataram sem querer.

pessoal economizando no photoshop, hein ?

Quem assistiu a primeira temporada lembra bem como ela acabou (se você não é uma dessas pessoas, pare de ler, e faça um favor a si mesmo clicando aqui), e qualquer um com um pouco de imaginação saberia como a segunda temporada começaria, só o que ninguém esperava era o empurrazinho do Superhoodie. Aliás, como o orçamento dele melhorou, não ? Passou de ciclista misterioso, pra supercara paramilitar fodão.

Rever esses personagens é extremamente divertido, os diálogos continuam engraçados, as histórias continuam divertidas, Nathan continua sendo um babaca e todo o resto continua no lugar.

Tô esperando um pouco mais de atenção pra esse novo supervisor do grupo, parece um personagem com potencial. E o Superhoodie, mais que todos é o mistério que queremos solucionar. Quem caralhos é esse cara ? Como ele é tão bom de mira ? Como dá aqueles saltos ? Onde ele comprou aquela roupa ?

"Im a badass mothafucka, bitch"

Sem querer parecer exagerado, mas, eu considero Misfits uma das coisas mais originais e divertidas dos últimos anos; Não é remake de nada, não se baseia em nada e não tenta ser nada que não é. Quase não tem clichês e realmente surpreende o espectador. Até a forma de fazer publicidade é divertida, todos personagens tem perfis em redes sociais (Simon, Kelly, Nathan e Curtis no twitter, e Alisha no tumblr) e atualizam de vez em quando, discutem entre eles e respondem perguntas dos fãs.

lembranças de quando Nathan fodeu uma sexagenária.

Enfim, dêm uma olhada e nunca se esqueçam, caso uma stalker psicótrica apaixonada por você tente foder sua vida e matar seus amigos, a senha é MONKEYSLUT!!

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

The Walking Dead - ep. 02 temp. 01

É só eu ou o clima de excitação vai continuar por um bom tempo ainda ? Caras, eu tava empolgadão pra assistir esse segundo episódio. Tanto ou mais quanto eu tava pra ver o primeiro; E não me decepcionei em nada. Pelo contrário, só notei como os roteiros da hq e da série são diferenciados, chegando até a completarem um ao outro.



[SPOILER FUDIDÃO COMEÇANDO AQUI]Se ligaram no trágico "fim" do redneck que o Rick algemou ? pois bem. Aposto que ele tem que serrar a própria mão pra escapar, e depois ele vai ser encontrado pelo grupo de sobreviventes do Governador... E, bem, quando se reencontrar com o Rick, ele vai se vingar do Rick arrancando a mão do pobre infeliz. Não faz sentido minha teoria ?[SPOLLER FUDIDÃO TERMINANDO AQU]


E essa cambada de personagens novos ? Um redneck cheirado, um mano obeso, um mexicano e uma funcionária pública. É interessante, dá um clima diferente pra trama. Não tenho reclamações a fazer. Mesmo.


É até estranho postar sem reclamar de alguma coisa. mas será que The Walking Dead está agradando ao público "leigo", tanto quanto está agradando ao público das hqs ? Realmente não sei. Espero que sim.

E, pra finalizar esse post totalmente desconjuntado gostaria de dizer que, podiam dar uma diminuída na idealização da personalidade do Rick. O cara tá quase o Ccapitão América; Não precisa tanto.

[DOWNLOAD AQUI]

terça-feira, 26 de outubro de 2010

The Walking Dead - ep. 01 temp. 01

Desde o início achei uma boa idéia transformar Walking Dead em uma série de televisão, tinha potencial, tinha tino comercial e tinha envolvimento do autor das hq's. Mesmo assim, adotei minha tática anti-decepção, e comecei a meditar para não criar expectativas. A meditação e a racionalidade foram pro cacete depois que eu vi o trailler com as primeiras cenas da série, mas até aí tudo bem, por que já tinha me provado que a coisa toda funcionaria.


Pra quem ainda não conhece, The Walking Dead nos conta a história do policial Rick Grimmes, que tenta manter vivo seu grupo de sobreviventes em meio à uma epidemia de zumbis. Além dos mortos andantes, o grupo tem que lidar com questões mais humanas, como manterem-se seguros de saqueadores, superarem diferenças entre si e continuarem mentalmente equilibrados.

No primeiro episódio, obviamente vemos o início de tudo. Rick acordando no hospital e se deparando com a nova realidade.E já de início, com a subtrama do dilema do Morgan, conseguiram me convencer de que havia um bom motivo pra se filmar The Walking Dead, um motivo melhor que só transformar quadrinhos em carne e osso; Realmente existem coisas importantes a serem acrescentadas e/ou modificadas na trama. 

Quem se ligar que camiseta é 
essa leva um cigarro velho.

Segundo o Sapão noticiou, os nerds gringos que puderam ver os dois primeiros episódios, reclamaram que havia muita violência. Pura besteira de gente politicamente correta; A série é violenta ? É! Mas toda violência é justificada e com propósito. Afinal, acho que o estranho vai ser se rolar um apocalipse zumbi pacifista um dia. 

Pra ser sincero, eu até achei que algumas cenas foram bem atenuadas, como, tiros de rifles que não explodem cabeças e coisas do tipo. Mas eu entendo, nem todos tem o nosso gosto refinado por miúdos de desmortos.


No fim das contas, a The Walking Fucking Dead é uma série que agrada aos leitores e não-leitores da epopéia kirkmaniana. O elenco todo parece ter nascido para interpretar seus papéis, agora só resta saber se todos interpretam bem, ou ficam melhor de boca fechada. 

PS: Três cenas incríveis; Rick apagando a zumbi da bicicleta (mérito do pessoal dos efeitos); Rick encurralado pelos zumbis na cidade (eu quase achei que ele ia pra banha mesmo) e a cena em que aparece o acampamento dos sobreviventes com o trailler do Dale.

PS2: Encontrei esse quizz sobre a hq, e acertei 8 das dez perguntas. Desafio vocês a me superarem!!

sábado, 23 de outubro de 2010

The Walking Dead - Primeiro Episódio Legendado


Só pra deixar claro: Não tenho mérito nenhum em nada disso, só peguei o link deste blog aqui. Mas o negócio é disponibilizar pra nerdaiada gorda ver e criticar.

Só vou poder fazer minha resenha na segunda, mas enquanto isso, tirem suas próprias conclusões.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

No Ordinary Family - ep.01 Piloto

Quantas vezes você já não ouviu isso: "Uma história sobre um cara normal... Que ganha super-poderes!!" ? Várias e várias vezes, certo ? Pois bem, o ciclo se repete.


Resumindo a trama: Stephanie (Julie Benz, a mãe) é uma workaholic que vive sem tempo; Jim (Michael Chiklis, o pai), um dono-de-casa triste e um policial frustrado; Daphne (Kay Panabaker, a filha)  é uma pentelha que vive com seus dilemas adolescentes; e JJ (Jimmy Bennett, o filho),  é um guri "com dificuldades de aprendizado" (também chamado de burro). Em uma viagem pelo Brasil, eles sofrem um acidente aéreo e caem em um rio no meio da mata. Uns dias depois de voltar pra casa, eles descobrem que não são mais normais.

Desde que vi o primeiro vídeo de divulgação, me interessei pelo clima "Os Incríveis", da série; É raríssimo ver o tema "família" sendo explorado de uma forma inteligente nos quadrinhos de heróis, ou em mídias que emulam isso. Ok, temos o clássico Quarteto Fantástico, mas, quando foi a última vez que eles realmente agiram como uma família ? (É uma retórica, eu realmente não me importo com a resposta).*



Já escrevi bastante sobre o gênero "herói realista" e sobre o que  pode ser considerado realista, e sempre chego a conclusão que, cada obra é realista à sua maneira, e No Ordinary Family não foge disso. Ao menos nesse primeiro episódio, todo o realismo está nos diálogos, e na relação entre a família; A parte dos poderes, bom, essa é divertida e maluca como nas melhores hq's. Jim se torna uma espécie de, Superman da Era de Ouro, com habilidades físicas muito superiores ao de um homem comum; Stephanie vira uma Flash da vida (com direito a metabolismo rápido e tudo); Daphne lê mentes, e JJ... Bom, assistam a porra do episódio.

O ponto negativo da série ? Cair em alguns dos maiores clichês desse tipo de história; Nesse caso em específico, o clichê da "Agência Misteriosa", que, certamente está por trás de todos os eventos aparentemente aleatórios da história.

Em contra-partida, o elenco de apoio parece ser terreno fértil pra boas cenas. George (Romany Malco), o melhor amigo de Jim, que o ajuda a explorar seus poderes (ele me lembra o Frozone); E Katie a nerd colega de trabalho de Stephanie (Autumn Reeser), fã da Kitty Pryde.

Jim VS os Obamas!

Então, acostumem-se a ver esses caras por aqui, por que eu vou experimentar fazer resenha de algumas séries, episódio por episódio.

* Só pra não dizerem que eu não comentei: Michael Chiklis interpretou o Coisa nos dois filmes do Quarteto. E espero que ele não se orgulhe disso.

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Rubicon - Piloto

Antes de de entrar em contato direto (lê-se "baixar") com a série, li uma notícia (uma só mesmo), apontando-a como mais uma das substitutas de Lost, assim como fazem com toda série de ficção que saia, em qualquer lugar do mundo. O que me fez ficar interessado, foi o suposto clima de conspiração, coisa que toda série tem, mas nunca se aprofunda (a iniciativa Dharma por exemplo, e a cara de cabelos branco da primeira temporada de Heroes, são praticamente illuminattis).

se o próximo episódio for tão ruim quanto o 
primeiro, vou te dar um bom motivo pra correr!!

Então, esses dias encontrei Rubicon para baixar e tentei assistir; Tentei uma, duas; Três vezes!! Mas dormi em todas. Sério mesmo, era apertar "play", encarar cinco minutinhos de conversa, e quando eu notava, tava babando em cima do teclado. Só consegui dar  cabo do episódio, por que acordei e fui direto assistir.

Na trama, esse personagem principal com cara de coitado, que aparentemente trabalha em um setor do governo, especializado em decifrar padrões, códigos, senhas, e outras coisas do tipo. Essa falta de informação me irritou um pouco, mas existe a possibilidade de tudo ser ter sido explicado enquanto eu cochilava. Acontece que nosso amigo, "cara de coitado" (não sei o nome dele) descobre indícios de uma bizarra conspiração, enquanto faz as palavras cruzadas dos jornais. Em quatro jornais diferentes, escondidas no jogos, existem referências aos poderes que regem nossa sociedade: o executivo, legislativo e judiciário, então, qual seria o misterioso "quarto poder" ? Só o Sombra sabe.

A treta piora, o tiozão amigo do protagonista com cara de coitado, morre num acidente de trem, mas antes disso ele deixou o carro estacionado na vaga "13"; Como ? Se o tal véio se cagava de medo do número do PT ? E por aí vai, Rubicon, com uma conspiração que ninguém entende...

E vou parar por aqui, já tá me dando sono...

[DOWNLOAD]

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Persons Unknow - Piloto

Primeiro de tudo, a sinopse, tal qual eu li lá no The Music Dude...

Na história, um grupo formado por sete pessoas acorda em uma cidade deserta. Sem qualquer lembrança de como chegaram ao local, eles começam a explorar a cidade, descobrindo que estão sendo observados por câmeras de seguranças. Agora o grupo precisa se unir para solucionar o mistério e conseguir escapar desta espécie de prisão.

De cara me lembrei de um dos meus filmes favoritos, "O Cubo". Claro que minhas expectativas estava quase no zero e o tédio quase no cem. Então, baixei, vi e agora comento.



Como já foi dito, pessoas sem nenhuma conexão própria, são drogadas e levadas para um hotel, em uma cidade fantasma, no meio do nada. Ninguém sabe por que está lá,  qual motivo do sequestro, ou mesmo, onde estão.

Os personagens são bem arquétipos de histórias que expõem essa situação. Temos a mãe/heroína que só quer rever sua filha (a mais próxima na foto); o cara misterioso/herói (sentado perto da primeira); o homem desesperado disposto à tudo (escorado na escada); o militar, que tenta manter o controle (do lado do desesperado, com uniforme e tudo); a nojentinha, egoísta e reclamona (escorada perto do elevador); o tio escrotão que só pensa em si mesmo. E um personagem com cara de loca, que, parece ter saído de um hospício (na escada, ao lado do militar).

No lado de fora, temos um jornalista intrigado com o desaparecimento da tal mãe.

Vou contar só um pedaço do episódio: eles saem do hotel onde estavam, e dois deles tentam escapar da cidade, caminhando, mas logo que se distanciam muito, acabam caindo inconscientes. E a mulher maluca conta como. Tã-dããããn.


Mas sério, agora. A série tem um piloto bem divertidinho, e deixa aquela "pulga na orelha" quando acaba, e já garantiu com que eu certamente assista toda a primeira temporada. Mas só quero ver quanto tempo a originalidade vai durar antes que a série seja cancelada e fique, como Flash Forward, no ingrato hal das que "queriam ser o novo Lost". mas no caso do FF, não tem nada de ingrato, não, a série era ruim mesmo.

De qualquer forma, já fica claro que "viajar é preciso", para explicar as estranhas coincidências e mesmo o que há de mais normal na série: a cidade fantasma e sua comunidade esquisita.

Não vou falar mais nada, se não estraga a surpresa de quem for assistir.

[DOWNLOAD]

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Lost The Animated Series e Vintage DC

Mais um post da série "versões alternativas de coisas que gostamos", dessa vez com o material de uma maluco chamado Michael Myers (que como disseram lá no CA, não é nem o Austin Powers, nem o serial killer).


Acehi bem legal o trabalho do cara, mas alguns personagens tão muito mais caricatos que outros (o Ben mesmo, parece um et albino, enquanto o Locke tá bem mais realista). Tem as imagens "avulsas" deles também, mas acho que não precisa postar, né ?


E esses poster's vintage da DC tão implorando pra serem impressos, ou virarem camisetas... Bom, meu aniversário é em maio, se alguém quiser me fazer um agrado... (Mas se for a do Aquaman, vão levar porrada!!)