Mostrando postagens com marcador hq's. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador hq's. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 26 de março de 2010

Corram Nemesis Chegou!!

Tá aí, então!! Mais um belo trabalho do pessoal do GibiHq...



Do mestre falastrão Mark Millar, o "Batman com neuras de Coringa", Nemesis, tocando o foda-se no mundo civilizado.

Nemesis é um milionário psicótico que escolhe um policial famoso de alguma região, e se empenha em não só matar o fulano, mas tambémem  acabar com sua fama (e levar metade da cidade junto). Agora, ele está atrás de Blake Morrow, o policial modelo dos EUA.

Millar definitivamente se cansou dos tons realistas com que trabalhou em Kick-Ass, essa é uma história totalmente blockbuster, com pessoas fazendo coisas impossíveis a cada página, e tiroteios, explosões e frases de impacto.

Não tem mais mais nada pra ser dito, o negócio é clicar AQUI, baixar a hq e esperar anciosamente a  próxima edição...

terça-feira, 16 de março de 2010

Contagem Regressiva Para a Crise Final (ou O Motivo Pelo Qual as HQ's Vão Falir)

Faz uns meses que comecei a ler toda cronologia de "Contagem Regressiva Para a Crise Final", que compreende, não só as 52 edições da revista safada de mesmo nome, mas também mais outras absurdas CENTO E VINTE EDIÇÕES. Já começa por aí... São CENTO E SETENTA E DUAS EDIÇÕES, que eu só li por dois motivos: 1) eu sou idiota, 2) eu tenho bastante tempo sobrando.

Como caralhos os editores da DC querem que alguém deixe de comprar um mangá do Naruto, pra comprar um porra de uma revista confusa, que precisa de mais outras CENTO E SETENTA E UMA EDIÇÕES para ser compreendida ? Não dá, né ?

Que fique claro, eu sou um fanboy xiita, se pudesse passava a vida toda lendo quadrinhos, o fato de serem CENTO E SETENTA E DUAS EDIÇÕES, não é o verdadeiro problema, o problema é que são CENTO E SETENTA E DUAS EDIÇÕES de histórias ruins e mal desenhadas que compõem uma megaevento ainda pior e mais mal desenhado, confuso e idiota pra cacete...

Então, depois de ler essa porrada de coisas, resolvi falar rapidinho sobre algumas das mini-séries que compõem esse patético mosaíco de bizarrices, que é chamado "Contagem Regressiva"...

"Contagem Regressiva Para a Crise Final"


Essa revista já começou errada, ela foi uma invencionice do desgraçado do Dan DiDio pra ocupar o lugar de "revista semanal" deixada por "52", que vendeu bem. 52 foi uma das coisas mais bacanas que a DC já publicou, isso por que era um mistura foda de histórias escritas por Mark Waid, Grant Morrison, Greg Rucka e o onipresente Geoff Johns, um grupinho beeem respeitável de escritores. Como DiDio é um sacana fodido e precisava de um nome "de peso" pra essas 52 semanas de porcarias que pretendia lançar, chamou o  competentíssimo Paul Dini, mandou ele rabiscar o rumo da série e o colocou como "head writer", e depois contratou algum escritor vagabundo pra "executar" a trama. Então, no final temos algumas idéias bacanas sendo executadas de formas babacas.

Porra, tentaram dar uma força pro Jimmy Olsen e dar algum peso pro personagem, mas no final virou só mais uma coisa ridícula que aconteceu na vida do guri. Porra Jimmy, comer uma alien-inseto roxa ? Fica na punheta então cara...

 Harley Quinzel, a antiga Arlequina, parceira de crimes do Coringa, juntamente com Holly Robinson, que foi Mulher Gato por um tempo (que belo elenco de perdedoras), ficam às voltas com a misteriosa Athena, que pretende restaurar as a nação das amazonas, recrutando mulheres desabrigadas e necessitadas (as amazonas originas sumira no final do "Ataque das Amazonas"). os mistérios vão ficando mais misteriosos e o trinamento das novas amazonas beira à tortura, mas como seres humanos são idiotas, as únicas pessoas que desconfiam de algo são Quinzel e Robinson... Que no final das contas só aparecem pra encher página e esmurrar capangas.

Kyle Rayner, Donna Troy, Jason Todd e o vigia que eles chamavam de Bob, vão de um lado pro outro do multiverso tentando encontrar Ray Palmer, o Eléktron, (desaparecido desde os eventos da Crise de Identidade, eu acho). Eu tava bem empolgado pra ler essa mini, já que eu adoro viagens em realidades alternativas, mas, como todo o resto, essa parte da história foi bem decepcionante. A edição no universo onde o batman virou vampiro (eles tiraram isso da mini-série Chuva Rubra) é absurdamente mal desenhada, e o colorista só piora tudo, usando aquele monte de tons de vermelho, pra por o leitor "no clima".

O mais perto de algo divertido que a revista consegue chegar, é nas partes com o Trapaceiro e o Flautista, dois clássicos vilões do Flash, que SE FODEM do início ao fim da série. Sério, acho que em cada uma das 51 edições, tem algum momento em que os dois se dão mal.

OK... agora, meu computador tá me deixando completamente puto da cara, por que tá travando de mais, então eu posto sobre os tie-ins da Contagem Regressiva outra hora... 

PS: Quer saber ? Eu não vou falar de tie-in nem porra nenhuma, já me basta ter que ler tudo isso; comentar vai ser como jogar sal na ferida.

Sweet Tooth - Livro Um


este é o Gus, ele gosta de chocolate...

Estamos mais uma vez em um futuro pós-apocaliptico, como sempre. A humanidade foi drasticamentre reduzida após uma misteriosa epidemia, que matava lentamente os infectados. E, por algum motivo, óbviamente relacionado a praga, começaram a nascer crianças híbridas, com características de animais. Gus é uma dessas crianças, e por isso ele e seu pai vivem isolados do resto do mundo (não que tenha sobrado muito para se ver). Com a súbita morte do velho, Gus parte em uma jornada com seu novo amigo, Mr.Jepperd, rumo à "Reserva", um lugar onde os híbridos podem viver em paz.

Sweet Tooth é uma história triste em um mundo árido. O pouco que sobrou da humanidade, está longe de ser considerada "civilizada", é o verdadeiro e cruel "mundo cão".

Assim como Gus, não fazemos idéia de como esse "novo mundo" funciona, mas, aos poucos vamos descobrindo, baseado no que os dois encontram pelo caminho, e nas raras vezes que Jepperd fala algo.

Esse primeiro volume é bem bacana, mas peca por não por o leitor no "clima" da trama, já que rola tudo muito rápido... Mas, de qualquer forma é uma história que promete muitas supresas. Vale o download!!

No NCLinks estão as primeiras sete edições (y)

quarta-feira, 10 de março de 2010

(Simple) Red

Umas semanas atrás, Warren Ellis twittou (aquele bêbado passa o dia todo no twitter) que teria gente foda de Hollywood trabalhando na adaptação da hq Red. Vamos ter Bruce Willis (o cara com quem meu pai parecia), Morgan Freeman (não perde uma esse negão!!), e a ainda comível Helen Mirren.

E como vocês já podem ter notado, esse é um post sobre a tal mini (que eu nem sabia que existia).


Red tem uma trama que reflete seu nome, é algo rápido; simples. Temos um cara chamado Paul Amos, o maior assassino que já existiu, que curtia sua aposentadoria da CIA, até o dia que alguém decidiu que ele sabia de mais e tentou apaga-lo. É aí que o cara começa sua rápida e brutal jornada para encontrar os responsáveis por sua dor de cabeça, e óbviamente, encher eles de bala.

A revista é muito foda, com um número mínimo de páginas (66, ou seja, três edições no padrão americano) temos uma ótima definição dos personagens e MUITA ação, nunca caindo em clichês... A narrativa te leva num ritmo, que em 15 minutos você deve ter acabado de ler tudo.

Um ponto que conta muito à favor da históra, é o estilo do desenhista Cully Hamner (da fase atual do Besouro Azul), que pende entre o uma coisa meio "desnho animado" e algo um pouco mais sombrio (principalmente em Red, que não tem as viadagens superheróicas das histórias do Besouro)...

Então, é isso, nada mais: esperamos notícias do maldito filme.

Pa baixar a hq, é só chegar no NClinks.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

JLA - Crises Nas Duas Terras

Sinceramente eu andava bem decepcionado com as animações da DC, já que nem Green lantern, nem Inimigos Públicos tinham conhseguido me divertir realmente... MAS eis que surge Justice League: Crisis on Two Earths.

 Felizmente a qualida gráfica deu um salto

A escolha da obra de Terra Dois, como base para uma animação, já, é por si só animadora; espero que os executivos DCE tenham aprendido que usar hqs com tramas fracas como base, só piora as coisas na hora da adptação, como foi com Inimigos Públicos; já Terra Dois, foi um escolha muito feliz, pois além de ter um bom alicerce no formato original, utiliza um conceito facilmente "expandível". Que continuem assim.

Mas, e qual a trama ? Bom, Alexander Luthor e o Bufão são os últimos dos super-heróis da Terra 2, um outro universo, onde as personalidades das pessoas é totalmente inversa às que possuem no nosso universo; por exemplo, não existe a Liga da Justiça, mas sim o Sindicato do Crime, chefiados por Homem-Coruja (uma versão niilista do Batman), Ultraman (não, não o japonês) e pela safada Superwoman. Então, buscando ajuda prara combater a tirania do Sindicato, Alexander viaja até nosso universo, para buscar ajuda com a Liga da Justiça e chutar o rabo dos vilões.

A trama não é perfeita, e nem à prova de furos, mas consegui me divertir (quase) sem problemas, ao longo dos 73 minutos. A personalidade, tanto dos personagens da Liga, quanto os do Sindicato, não foi suficientemente bem aproveitada, (exceto pelo Batman e sua contra-parte maligna) faltaram diálogos mais consistentes (mais uma vez, excetuando o embate final ente Coruja e Batman); mas o caso mais triste foi o do Lanterna Verde, que tem menos tempo de tela do que os capangas dos vilões... No final das contas, é uma animação bacana, pra se assitir despretenciosamente, e sem questionar muito.

 "Não importa" - vilão niilista roubando a cena

Se os dialogos são mornos, os combates são exatamente o oposto! A pancadaria come do primeiro até o último segundo, é batrang explosivo, flechada, facada, pedrada, soco, chute, tiro,  tudo com uma movimentção de ALTO NíVEL. Não via batalhas tão bem feitas, desde que cancelaram o desenho da Liga, mas isso se explica facilmente: o MESTRE Bruce Timm, que produzia a série animada da Liga, também produz esse filme.

Cabe comentar também, algumas curiosidades da adaptação, como, a aparição rápida da "versão boa do Coringa", o Bufão, que, assim como a "versão malvada doAjax", o Marciano, foram inventados agora, e não existiam na obra origial. Nem eles nem a mulé em que o Ajax da uma "foda mental". O que ? Como assim ? Em quem o Ajax passa a pica telepática dele ? Hora, vá assitir a animação, porra. Ah, e aquele capanga da Superwoman (o maos velho e gordinho) é igual ao Shazam do futuro, mostrado em Cavaleiro das Trevas 2, do Frank Miller.

AQUI o link do acervo do FARRA, com o filme em cinco parte pelo rapidshared (formato avi)

E,pra quem tem uma internet boa, taí o filme em um arquivo só, pelo Megaupload, pelo 2shared, e pelo Depositfiles. E a legenda aqui.

Chega, né ? Agora me deixem em paz pra assistir o final da primeira temporada de Chuck.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Kick-Ass #08




Eu acabei de ler a última edição de Kick-Ass, e me sinto frustrado, eufórico e ansioso. Mas se há algo que eu posso dizer pra vocês, sem sombra de dúvidas... é que Mark Millar sabe vender seu peixe como nenhum outro autor. Eu sempre digo isso, mas é verdade.

A idéia que tenho, é que Kick-Ass vai ser uma dessas hq’s que meus filhos e os filhos dos meus filhos vão comprar os encadernados e guardar em suas estantes; e eu, com minha boca desdentada vou dizer que li ela na época que foi publicada. CLARO, existe a possibilidade de que tudo ser só fogo de palha e a série acabe se perdendo no tempo.

Não sei o que dizer; o “hiper-realismo” que Millar nos prometeu foi jogado pela janela como uma pequena Isabela Nardone, mas em troca, os fãs recebem um última história que os faz devorarem as 20 e poucas páginas em questão de minutos, sempre encontrando algo fodido a cada página virada.

Algumas decisões infelizmente são ou óbvias/inocentes de mais, como, o destino da Hitgirl, do Red Mist, e do próprio Kick-Ass. Mesmo caindo na obviedade as últimas páginas não falham em promover um certo sentimento de ansiedade nos leitores. Pra quem já leu as outras edições ou vai ler a série “numa tacada só”, basta dizer que nas últimas páginas Millar deixa bem claro que a história vai continuar em um futuro próximo (coisa que ele já tinha anunciado, eu já tinha comentado, mas tinha gente que insistia em duvidar).

Esse é um post de emergência, escrito em um PC sem internet (DEUS! Até quando isso?) e totalmente fora do clima, mas, precisava deixar marcado no NC, minhas considerações por essa série que, pra mim, foi uma das mais inovadoras dos últimos anos.

Então, o último parágrafo. Conforme eu tinha comentado com meu amigo JP (outro cara, que se não se cuidar, acaba saindo na rua com uma máscara e um bastão), o mais provável é que esse “segundo livro” do Kick-Ass mostre o surgimento dos primeiros vilões, a influência disso na mídia e o surgimento dos primeiros super grupos. Prevejo até o nosso herói sendo descabaçado por alguma heroína piriguete; mas, mais uma vez... só o tempo nos dirá o que está por vir.

PS - Agradecimentos especiais ao JP por ter me emprestado o PC dele.
PS2 - links de todas edições da mini lá no NCLinks

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Ataque das Amazonas

Vamos ser sinceros e admitir uma coisa: a Mulher-Maravilha nunca esteve no mesmo nível do Batman e do Superman; por mais que a vagaba de Themíscera tente, nunca teve histórias tão boas quanto seus parceiros da "Trindade".

Com o fim da Crise Infinita, a Mulher-Maravilha adotou a identidade secreta de Diana Prince e passou a viver entre os humanos, trabalhando para o Departamento de Crimes Meta Humanos (ou algo do tipo), e as primeiras edições deste terceiro volume iam por um caminho levemente interessante, mas não durou muito, pois na edição 6 começou um desarranjo de idéias chamado "Ataque das Amazonas" que durou (contando com tie-ins) eternas 32 edições; agora, vistam seus jalecos e ponham suas luvas, por que nós vamos analisar melhor está merda.




A treta toda começa quando a Mulher-Maravilha é presa e levada sob custódia do DCMH (sério, não lembro se é esse o nome, mas é algo assim), Diana deveria responder sobre o assassinato de Max Lord (aconteceu na Crise Infinita), mas os carcereiros da mulé se mostram bem mais interessados em descobrir os segredos de guerra das amazonas. Vocês sabem, toda aquela bobagem de "militar fodão inescrupuloso".

Enquanto a banderosa leva um atraque dos homi, Circe, uma antiga inimiga, revive a mãe da Diana, Hipólita. e contra pra ela (Hipólita, porra) que sua querida filha está presa injustamente "no mundo do patriarcado"; a véia fica puta e se manda pra Washington com seu gigantesco exército, digno de Senhor dos Anéis, pra recuperar a fedelha, e por à baixo os Estados Unidos...

Aqui já aparece o furo mais estranho da saga: Quer dizer que a Hipólita, (que foi a Mulher-Maravilha da era de Ouro) tem um pavio tão curto que é capaz de, por um motivo tão "banal", comprometer não só à si mesma, mas a toda a nação de Themiscera ? Eu sempre pensei que heróis convivecem com situações tensas 24 horas por dia, e não cedessem fácil assim. Outra coisa absurda: A velha manda descer o cacete  até contra os civis (incluindo crianças)... Tenho certeza que os roteristas da Era de Ouro ainda estão se retorcendo em seus túmulos. Engraçado permitirem uma discarcterização tão grande na Hipólita, mas nunca terem feito nada tão boçal com o Jay Garrick ou com o Alan Scott; que são personagens da mesma época, mas que continuam populares hoje em dia.

Outra falha de roteiro: podiam ter aproveitado o fato da Hipólita ter feito parte da Sociedade da Justiça e terem colocado ela, cara à cara com seus antigos parceiros, num duelo físico/moral. mas não aconteceu. Muitos personagens  participam da guerra, mas só estão lá para serem pintados no fundo do quadrinho, somente Batman, Mulher-Maravilha, Supergirl e Moça-Maravilha intervém de forma verdadeira na história.

Continuando... Mesmo depois de Diana ser libertada, hipólita continua sua guerra contra o mundo, que agora tem uma nova finalidade: Dominar os Estados Unidos. Daí pra frente é que a batalha, e as bobagens acontecem, com os roteristas repitindo a veeeelha fórmula da "guerra em casa", evocando o espírito patriótico dos leitores ranhetas, ou então, mostrando o "outro lado" com um monte de retóricas bestas sobre direitos humanos e outras besteiras de quem fuma Camel. Nada contar roteristas que falam sobre patriotismo ou temas polêmicos, mas no caso desta saga, nenhum destes elementos contribuiu pra se contar uma boa história.


Então, em Washington, um exército de amazonas enfrenta maiores heróis da terra... e é isso. Não vou contar mais que isso, pra não estragar a "diversão" pra quem futuramente ler o arco (duvido muito que mais alguém vai ser tão burro quanto eu).

Uma coisa muito interessante é o fato de que quando Diana volta pra Themiscera, durante a batalha, se depara coma ilha VAZIA, sem se quer uma alma viva... Não há necessidade de quadrinhos serem tratados de antropologia, mas, alguém consegue achar viável uma sociedade onde TODOS seus cidadãos são guerreiros ? E mais, os ciclopes, as hidras, pegasos e leões que ajudam as amazonas vivem ONDE na ilha ? Esses detalhes "técnicos" são menores, mas quando se juntam aos furos do roteiro, faz você agradecer por ter baixado o scan e não ter pago um puto centavo pela revista.

Baixei tudo no DarSeidClub, os caras tem tudo em mediafire e com a cronologia bem organizada. Nota 10 pros caras (y).

PS: O mais perto que Ataque das Amazonas chaga de ter uma boa história é a edição 20 da Supergirl, que traz um roteiro bacaninha e um desenhista bem bacana.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

O Método Morrison de Fazer Quadrinhos



Não é segredo pra ninguém que Grant Morrison foi o responsável pela minha formação como leitor de hq's (já devo ter contado isso por aqui, mas vamos lá); um colega de aula me emprestou uma pilha de revistas velhas, todas elas da série "DC 2000", onde dentre outras coisas era publicada a série do Homem-Animal escrita pelo tal escocês careca. Senti como se meu cérebro fosse explodir tentando absorver todos aqueles conceitos científico-filosóficos que saltavam das páginas daquela revista, e posso dizer que fiquei extasiado e triste quando, na sua última edição escrevendo o Homem-Animal, Morrison encontrou-se cara a cara com o personagem, para explicar que ele era apenas um personagem de histórias em quadrinhos.
 
Sem exageros posso dizer que só apartir daí REALMENTE tornei um leitor de quadrinhos, mas antes disso, me tornei um fã de Grant Morrison. Daí pra frente li muuuuuita coisa de muita gente, muitas obras me marcaram e hoje tem um lugar especial nessa grande prateleira de comics que é o meu coração (ui!!); MAS essa semana li algo que me fez recordar muito do meu primeiro contato com Morrison: Superman All Stars.

Como a maioria das coisas que eu leio e gosto bastante, não quero falar nada relacionado a esta mini-série, só espero que quem não leu ainda leia, por que é uma ode ao passado esquecido e ao futuro remoto de um dos personagens mais populares da História; Morrison resgatou com genialidade alguns elementos da Era de Ouro, os misturou com os conceitos criados por ele mesmo no megaevento DC 1000.000 (como a Tropa Superman, e Solaris). Até mesmo Jimmy Olsen retorna da terra dos personagens apagados para ter certo destaque nas tramas (a edição que mostra Jimmy vestido de mulher é uma referencia a uma das histórias favoritas do Morrison).


Quem quiser baixar é só dar uma olhada no NCLinks

PS: Sim acabamos assim por hoje... mais um daquelas post de má vontade... o início do ano não me tem inspirado muito. Dois anos de blog, feliz aniversário pra Nuvem...

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Justiceiro está Vivo!

Pois então, meus caros, vamos com mais um pouco sobre o cara da camiseta de cavera...

Já comentei no post anterior sobre as putarias que fizeram com o Justiceiro do Universo tradicional da Marvel, e citei rapidamente o Justiceiro do selo MAX, onde o Garth Ennis vinha mantendo a revista num nível de qualidade de dar inveja a muito roterista; Comentei também, que o Ennis vazou fora da revista alegando já ter feito tudo que queria com o personagem (o cara escreveu a revista por SETE ANOS, quem pode condena-lo ?).O roteirista Jason Aaron e o desenhista Steve Dillon (simplicidade genial) ficaram como responsáveis pelo título Punisher MAX .

As notícias sobre esse "reboot" pro Justiceiro foram bem desencontradas, mas depois de ler a primeira edição com o novo time, fica claro que todas as coisas continuam no mesmo lugar e nada que foi escrito antes é ignorado, eles chegam mesmo a citar o Barracuda (o vilão mais bacana que o Justiceiro já enfrentou). Uma das tais "informações desencontradas" dizia que era possível que vissemos versões diferentes de alguns personagens do Universo Marvel; um rumor um tanto assutador, já que pra encaixar alguém como o Homem-Aranha ou outro herói "colorido" no mundo-cão do Justiceiro MAX seria uma tarefa bem delicada...

Um fato que vem pra ascentuar ainda mais minha insegurança, é o arco que Aaron escolheu pra debutar a revista: Rei do Crime, que kostra, dã, o surgimento do Reido Crime! Que todos nós bem sabemos, é uma cria do Universo tradicional da editora e ainda não havia dado as caras por aqui.

Mas enfim, é mais fácil vocês lerem a maldita revista e verem por vocês mesmos...

Justiceiro MAX #01

PS: Garth Ennis e Steve Dillon estão trabalhando numa mini pro Justiceiro, War Zone. Me cheira a despedidas.
 PS2: O crédito pelo scan é do pessoal do Action & Comics.

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Justiceiro está Morto (Morto-Vivo)

Uns três meses atrás fiquei sabendo da decisão da Marvel de matar Frank Castle, o Justiceiro. A decisão não me surpreendeu muito, desde que Garth Ennis levara suas histórias do Justiceiro para o selo MAX (com quadrinhos mais "pesados e adultos"), que o Justiceiro do universo tradicional da Marvel não ia bem das pernas... Além disso esse tipo de manobra, não é nada incomum para os fãs de quadrinhos, volta e meia algum personagem que anda "em baixa" acaba batendo as botas, só pra voltar depoios... MAS, aí entra a parte que eu me surpreendi com a Marvel: frank Castle morreria sim, mas ressurgiria como um novo personagem: Frankencastle!!



Sendo o Justiceiro um dos poucos personagens interessantes na Marvel (na minha opinião, claro), fiquei indignado com tamanha cagada, já que lá pelos anos 90 já tinha acontecido algo bem parecido com o Castle; mataram ele, e num acordo com Mephisto, ele se tornou uma espécie de anjo-vingador, uma óbvia chupinação ao Spawn, que na época vendia horrores. O resultado dessa fase foi tão catastrófico que todas as histórias foram limadas da cronologia do personagem (e foi nesse momento que entrou Garth Ennis e transformou a revista fadada ao fracasso, numa pequena mina de ouro).

Enfim, voltemos ao agora: poucos dias atrás, dando uma olhada no Action & Comics, descobri que eles tinham acabado de traduzir a tal edição em que o Frankencastle dava as caras, então, munido de muita curiosidade mórbia baixei os scans... (e tem spoyller aí em baixo).

A coisa toda começa na edição #01 da nova revista do Justiceiro; Castle está numa empreitada pra acabar com Norman Ozborn (Duende Verde), o novo líder da Shield (tipo a CIA, só que com tecnologia de dar inveja no 007) e por conta disso tem de peitar o Superman homosexual da Marvel, o Sentinela. A batalha dura pouco e só serve mesmo pra mostar como a esperteza pode vencer a força e blá-blá-blá; não é uma edição ruim, mas também não tem nada de particularmente boa, o que por si só já foi uma surpresa pra mim, que esperava um amontoado de besteiras no melhor estilo Jeph Loeb.

Da segunda edição em diante, o vilão "Capuz" é designado para acabar com a vida do Justiceiro, que agora tem um aliado, um nerd que faz às vezes do velho Microchip, se tornando o suporte técnico do vigilante. E assim as coias vão indo até a edição especial "Reino Sombrio: A Lista", onde o Castle é fatiado e, decaptado
pelo filho do Wolverine, Daken.

Fala sério, né ? O DAKEN ? Porra, os caras além de matarem o Justiceiro numa traminha DE MERDA em mizeras 10 edições, ainda fazem com que seja esse bostinha o responsável por tudo ? Pelo amor ao manto da caveira, não existe sequer motivo convincente pra isso. Sem falar que nos últimos momentos de vida Castle só enfrenta um bando de vilões antigos que foram ressucitados, ou seja, ele não mata nimguém "de peso", antes de virar presunto; o mínimo que eu esperava é que ele ferisse mortalmente o Capuz, ou aleijasse Norman Ozborn, mas nada disso acontece. Pra vocês terem idéia, a trama toda é tão corrida, que mesmo quando o Castle mata a própria família (ressucitada pelo capuz) a história continua com o ritmo de vídeo-clipe desenfreado. A impressão que temos é que Castle nem pensa em nada, vai tomando decisões em cima da hora, metendo bala nos vilões e saltando por aí...

 
Um arco que já seria ruim em uma situação normal, se torna ridículo quando o 
observamos como sendo os útimos instantes de Castle no mundo dos vivos.

Como já disse, o mais problemático do roterista (Rick Remender) é o ritmo alucinado nos quais as coisas acontecem, e infelizmente a coisa não melhora nada na famigerada edição #11; Frank volta a "vida", por intervenção do vampiro Morbius (vilão do Homem-Aranha, que aqui aparece como cientista louco de filme B), que conta que os monstros do mundo vêm sendo caçados por um misterioso grupo de techno-samurais, e eles precisam de alguém malvado e fodão para ajuda-los a se protegerem, e esse alguém é o Justiceiro... no final da edição ele manda todo mundo se fuder e vai embora (mas CLARO que ele vai voltar e ajudar os caras).

Não, não é brincadeira, temos monstros de todas as cores e formatos, techno-samurais e um nerd num skate voador, tudo na mesma história. É muito elemento pra pouca página, vira uma suruba de idéias subdesenvolvidas. Espero que na próxima edição o timing desacelere, pra que os leitores consigam absorver bem a nova atmosfera das histórias, que a princípio lembra bastante "Raça das Trevas", do Clive Barker, que têm basicamente o mesmo plot: civilização-de-monstros-caçada-por-humanos-precisa-de-um-messias-para-guia-los-na-guerra-vindoura.

Por enquanto, o que se analisa é isso, as histórias são potencialmente boas, mas se o tal Remender não tomar jeito, vão ficar só no potencial... Vou continuar acompanhado por que a arte do Tony Moore e as cores do Dan Brown são muito bonitas.

links para os scans

Justiceiro #07 (indisponível)




PS: caralho, fiquei uma semana sem postar!! esse calor me mantém 24h em um estado de semi-coma...

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Jeph Loeb e o Ultimato...

Pra quem não sabe, o Ultimato é o grande arco do Universo Ultimate, onde acontce um monte de merda importante, um monte de gente morre e se inicia o ciclo pra os próximos anos desta franquia. O problema maior é que esse arco, importantíssimo foi escrito por um cara que não convenceria nem escrevendo roteiro pro Ben 10... Jeph Loeb, o poeta das frases feitas!! Listei aí alguns dos motivos por eu odiar o cara, e como diria ele mesmo: "Venha comigo se não quiser morrer!"...

Who Cares ? Parece que esqueceram de avisar ao Loeb que Supremos NÃO É Vingadores, por que o cara insiste em tratar os personagens como se eles fossem parte do Univer tradicional da Marvel... cara, os Supremos trabalham no Triskelion o centro de operações da SHIELD, a "polícia do mundo"; eles não ficam tomando chá na mansão do Tony Stark!! (e o pior, todos usando os uniformes!!)

Maníaco Depressivo, Uma das coisas mais irritantes é o tratamento dado ao Gavião Arqueiro, que recentemente (fim do volume 02) teve sua família toda assassinada, Loeb não faz idéia do que seja sutileza, e transforma o personagem num idiota impertinente que dispara frases emo a cada página. O engraçado é que, se ele é tãããão triste e suicida a ponto de cair de pau em cima de vilões mais fodas do que ele, por que ele simplismente não se mata ?

Personagens-Enfeite; Na caçada por Magneto, os Supremos se mandam pra Terra Selvagem, chegando no lugar são ajudados por Ka-Zar e Shanna, os "tarzãs" da vida, que vivem lá escondidos com sua tribo, misteriosasmente eles sabem do plano dos Supremos e já armam uma insurgência. O foda é que na hora da batalha nem Ka-zar, nem Shanna, nem porra nenhuma de tribo aparecem!!  isso confirma minha teoria de que Loeb NÃO SABE fazer história sem crossover, mesmo que seja um bem inutil.

Quedê o Martelo ?!; Outra prova de que o infeliz não distingue um Universo do outro é o maldito do martelo do Thor, que no volume 01 e 02 dos Supremos, era quase uma obra de arte, e depois que o Loeb assumiu, a arma regrediu pra um tacanho bloco de pedra com um cabo, igual ao usado pel Thor douniverso tradicional.


O Supergênio Mais Burro do Mundo; "eu cometi um erro de julgamento (...) nunca pensei que Magneto tivesse o poder ou a vontade de destriur a raça humana.". Tenha a santa paciência! Cara, o Magneto ao longo de 100 edições de X-Men Ultimate tentou acabar com a raça humana de tudo quanto foi maneira, ele literalmente gritou aos quatro ventos que queria matar a raça humana, e um dos caras mais inteligentes do mundo vem e diz que não sabia disso ? Não fode, Loeb!!

Cyber-Supremos; Numa trama absurda, um robô apaixonado mata a Feiticeira Escarlate e cria réplicas de si mesmo para formar um grupo de cópias perfeitas dos Supremos. O visual dessas cópias é o mesmo dos Supremos nos primeiros dois volumes, a "homenagem" fica com uma PUTA cara de deboche.

Loira Burra; Na batalha decisiva, Valquiria, a putinha do Thor, usa uma espada de ouro (feia pra cacete) pra arrancar o braço do Magneto, logo em seguida ele controla a espada e corta a garganta dela...PORRA!! é o MAGNETO, os caras vão usar coisas de metal contra ele pra sempre ?

Citações Bíblicas; Loeb deve achar que citar a bíblia da alguma profundida extra para seus textos rasos... mas ele está errado, só tornam as coisas ainda mais irritantes.


Tá todo mundo morto !


Tudo bem, tudo muito bonito, mataram uma penca de gente importante e popular nesse arco (dr.Destino, Xavier, Wolverine, fera, Anjo, Noturno, etre muitos outros não tão populares)... MAS, quero ver como os executivos da Marvel vão conviver com a idéia de não terem mais nenhum desses caras nas histórias, com o que eles vão chamar a atenção de novos leitores ? Minha opinião é que nada disso seja muito duradouro, até por que, O Loeb foi contratado par escrever ao menos uma das novas revistas do universo Ultimate, e tenho certeza que no próximo ano (no máximo) ele já deu conta de escrever mais besteiras e ressucitar todo mundo.
Por exemplo, Magneto vaporizou o Wolverine, só sobrou uma mão dele, mas cês acham que isso impediria alguma coisa ?

Pra encerrar gostaria de informar que as últimas páginas do Ultimato, mostram o Ciclope fazendo um discurso sobre os mutantes, frente a uma multidão de anti-mutantes e então, BANG! o safado toma um tiro bem no meio da cabeça e voa miolos pra tudo quanto é lado!! Agora, alguem se surpreendeu com isso ? Cara, é um dos maiores clichês da porra do universo todo!

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Marvel Anuncia Novo Personagem

Caralho! Finalmente a Marvel fez valer seu título de "casa das idéias" e nos brindou com algo realmente bacana! Com os roteiros de Daniel Way e arte de Frank Cho, vem ao mundo... HITMAN MONKEY!! (tipo, Macaco Pistoleiro, ou Macaco Assassino).

Fala sério! vai dizer que não é uma puta idéia ? Tá certo que não é tão original assim, por que tem aquele fotógrafo maldito que eu simplismente esqueci o nome, mas que já tinha feito algo do tipo...

Infelizmente o personagem será um coadjuvante nas histórias do pulha do Deadpool...

(no aguardo de novidades sobre esse cara)


É ou não é legal pra caralho ?

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Mais Informações sobre o Elenco de First Wave

A informação já nem é tão nova, mas como tô acompanhando tudo que sai sobre First Wave, vou postar de qualquer forma... Depois de liberar informações sobre o perfil do Batman desse novo universo, a DC nos agraciou com os perfis de uma pá de outros personagens...




O líder da Justice Inc., Richard Henry, é um cara malvado e sério, e provávelmente faça o papel de "fodão-casca-gross" que o Batman não fará... de certa forma, também acho que ele vai ter algumas semelhaças com o Nick Fury, do Universo Ultimate da Marvel.

O Spirit, assim como na versão origina, é um ex-policial, que resolveu entrar nessa de vigilantesmo só por que parecia divertido, vai ser o alívio cômico da série, e deve continuar sendo um pegador.




A Dinah Lance é uma mina que mora no East End de Gotham, um bairro ruim pra cacete, junto com o pai, que foi afastado do trampo na polícia por causa de um escãndalo. Se eu li direito, é justamente investigando sobre esse tal "escândalo" que ferrou com a carreira do pai dela, que ela assume a identidade de Canário Negro. (a notícia da entrada dessa personagem me deixou muito contente, por que pode ser que o Arqueiro Verde também apareça em First Wave).

Rima, é uma mina das florestas da américa do sul, ela é meio que a conexão entre todos os personagens; ela não fala, mas assobia como os pássaros. Tá na cara que ela veio pra "cumprir um antiga profecia e unir os salvadores do mundo" ou alguma porra desse tipo.




Doc é o fodão, o cara mais bombado e mais inteligente que qualquer um no planeta; ele é tão foda, que não colabora com a polícia, a polícia é que colabora com ele!! Tem uma pá de livros publicados e é mundialmente famoso...

E é mais ou menos isso, quem sacar de inglês vai entender, os que não, vão ficar à mercê disso aí que eu escrevi.

PS: Aguardando a aparição do Arqueiro nalguma edição de First Wave... (quando sair)

domingo, 8 de novembro de 2009

Primeiros Detalhes de First Wave

Pois bem, a DC veio à público com um tipo de "perfil" do Batman desseUniverso novo.





 
Neste mundo, Bruce Wayne é um novato no jogo. Ele é jovem [vinte e poucos anos] e inexperiente. Ele ainda não é o homem soturno que todos conhecemos, mas pode acreditar que o faremos passar pelo que é preciso para chegar lá. Acho que um dos problemas com o Bruce é que ele é mostrado como alguém que estava totalmente preparado assim que vestiu a capa do Batman, e quero fazer algo diferente. Eu quero que ele seja o playboy milionário; impetuoso, arrogante, e que saboreie totalmente a vida. Ele sente raiva pelo que aconteceu no passado, mas ele percebe muito cedo que o medo é seu maior aliado, e veste uma fantasia que traz à vida esse medo - e ele curte isso. Seus feitos, porém, o transformam no Batman que conhecemos. Ele aprende qual é o custo de se combater o crime, e sofre por causa disso – como acontece com qualquer homem que se torna um soldado e testemunha combates. Vejo isso como uma oportunidade concreta de evoluir o Bruce como personagem, e não vou deixar isso passar em branco.
Tãdãn! Tava realmente estranha essa história do Wayne NÃO ser o Batman!! Pois tá "explicado", não passava de um plano de editor-chefe safado, pra dar mais "peso" pro projeto; mas realmente é uma idéia boa mostar o Batman em início de carreira, como um cara menos sombriom, ao menos no início, cada vez mais me convenço que é uma ótima oportunidade da DC de arrancar mais uns centavos dos bolsos dos nerd americanos (e ocupar o meu hd com scans de hq's que nunca vão chegar aqui).

Possivelmente em breve poderemos ver os perfis do Spirit e do Doc Savage.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

First Wave, Universo Pulp da DC


Faz tempo que eu venho me perguntando PORQUE maldito motivo a DC não cria seu Universo Ultimate, como a Marvel fez ? Porra, essas duas editoras se copiam desde que o mundo é mundo, e quando surge uma oportunidade tão boa assim de se ganhar dinheiro em cima de uma idéia alheia, a DC caga pra traz ??  Fala sério, um universo mais moderno e sem o peso de décadas de Crises e infinitas cronologias, ajudaria MUITO na hora de adquirir novos leitores.

Sem falar que mesmo para os leitores mais velhos, é sempre interessante ver uma releitura do seu personagem favorito (ao menos eu, me divirto pra caralho com essas coisas).

Então, essa semana, surgiu essa notícia de que Brian Azzarello (que escreveu Hellblazer de forma incrível, mas só fez merda com o Superman) e o fantástico desenhista Phill Noto estariam trabalhando em um novo universo para a DC, um mundo sem personagens com superpoderes, e com uma atmosfera Pulp/Noir.

Foi o suficiente pra me deixar feliz, não que eu saiba exatamente o que esperar desse tal universo, mas, parece que idéia do "DC Ultimate" finalmente aconteceu!!

Além de Batman (que não é Bruce Wayne, e usa armas de fogo) e Doc Savage (personagem pulp que andava meio esquecido), The Spirit também foi confirmado para integrar esse universo...

NÃO lembro pra quando ficou a data de lançamento da revista... mas vou ficar atento às novidades...

PS: caralho, que sono...

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Lanterna Verde - Primeiro Vôo


Só pra complementar o último post... Eu disse que o desenhista da animação do Batman e Superman era o mesmo dessa do Lanterna, mas, bom, não é. O traço de Primeiro Vôo consegue ser menos pior.

Na trama, vemos a origem do Hal Jordan como Lanterna, a integração dele com a tropa, as desavenças com Sinestro, o surgimento do anel amrelo e até a aparição de algo que devia ser (mas não é) o Parallax.

Acredito que a trama do filme do Lanterna (que começa a ser filmado em uns 4 meses) não vá fugir muito desse plot, talvez com um pouco menos de viagens espaciais e um pouco mais de romacezinho barato. A personalidade do Kilowog, as participações do Tomar-Re (rapaz, como esse lanterna é massa) e as discuções do Sinestro com os Guardiões e tudo o mais vai estar lá, bem aproveitado ou não.

Não resta muito o que dizer, a não ser que é muito estranho a "simplificação" dos roteristas do desenho por mostrarem que os armeiros de Qward, são armeiros... que NÃO vivem em Qward.

Fecho o post com uma imagem do fantástico lanterna-figurante Tomar Re

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Batman e Superman - Inimigos Públicos



Esse é o nome da mais nova animação lançada pela DC; que usa o "roteiro" de uma história escrita por Jeph Loeb (ugh!) como base.

Na trama, o presidente Luthor convence os sempre manobráveis cidadãos da américa de que o meteoro de criptonita que está para colidir com a Terra (!) está afetando a mente do Superman (!!) tornando-o violento e perigoso (??).

No meio dessa traminha sem-fundamento, o Batman cola junto na treta, aparecem uns heróis cabeçudos que acham que o Luthor tá falando a verdade e uns vilão malaco querendo a cabeça do Super pela recompensa... ele e o Batman descem o cacete em todo mundo, salvam o mundo e é isso aí, um abraço e até outro dia.

Falando sério agora, não entendo o por que de lançarem essa animação, só deve servir pelas cenas de ação, por que o roteiro tem todas as características dos outros lixos recicláveis do Loeb, com uma pá de personagens aparecendo só pra trocar uns tapas e, o que mais irrita, a necessidade dele de criar personagens mega-fodas, tipo, o Homem-Brinquedo que aparece no final da animação... SPOILER COMEÇANDO que aos sete anos de idade já tinha feito um robô gigante ¬¬ SPOILER TERMINANDO.


Sem falar que esse desenhista, que também é responsável pelo hipnótico Lanterna Verde - Primeiro Vôo, é um bosta!! Todos os personagens tem o mesmo rosto e um acervo de no máximo duas ou três expressões faciais; e o que falta de humanidade, sobra de músculos, alguns até, existentes só no mundo desse maldito desenhista. O colorista não fica muito atrás, o herói Raio Negro, devia ter o nome trocado pra Raio Pardo depois de aparecer na animação; acho que o coitado desbotou.

Sério, não entendi por que substituir o competentíssimo Bruce Timm e sua trupe, os caras eram tão bons que, os episódios de Liga da Justiça Sem Limites era dez mil vezes mais inteligente e bem produzido do que esse lixo de embalagem bonita. O post tá totalmente dislexo por que não durmo faz tempo, então foda-se e acabamos por este parágrafo mesmo


Raio Pardo e Poderosa (que passa o filme todo agindo como se estivesse dopada)

PS: os dialogos são uma merda total, o Super é o bom-moço e o Bat o sabe-tudo... e nenhum vilão tem mais que duas falas.

Ah sim: LEX LUTHOR BEIJA AMANDA WALLER DEPOIS DE SE INJETAR CRIPTONITA LÍQUIDA!! (caralho, tem vezes que o Loeb se supera).

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Velho Millar

 

Logan, Flint e bug-aranha(?!) no que sobrou do mundo, 50 anos após a derrocada dos heróis.



Mark Millar é um cara esperto, esperto de verdade, ele sim daria um bom editor-chefe de alguma dessas mega-editoras... O cara escreveu/escreve coisas muito boas, ao mesmo tempo em que parece nunca deixar de pensar no lado comercial, The Wanted (O Procurado) e Kick Ass, não só ganharam adaptações para o cinema, como também já tiveram confirmadas suas devidas continuações; sem falar no filme dos Vingadores, que com certeza terá seu roteiro baseado nas histórias dos Supremos, escritas também por esse infeliz.

O mais recente trabalho de Millar é Old Logan ("Velho Logan"), uma história num futuro pós-apocaliptico (qual futuro NÃO é pós-apocaliptico?) onde os heróis foram todos vencidos, e o que sobrou dos EUA e do resto do mundo, foi dividido entre os vilões mais poderosos (de certa forma, igual à The Wanted). Neste cenário desanimador, nos deparamos com um Wolverine velho e alquebrado, que desde a queda dos heróis, jurou nunca mais causar mal a nenhum ser vivo (o motivo deste voto é um segredo que ele guarda só pra ele).

A história tem início mesmo, quando Logan aceita cruzar o país junto com Clint Barton (ex-Gavião Arqueiro, dos Vingadores) para conseguir dinheiro para pagar o aluguél de suas terras para a gang Hulk (sim, agora eles são uma gangue de rednecks fodidos).

A grande sacada genial da mini-série é NÃO ser nada genial, Millar pegou uma fórmula velha como o mundo, não tirou nem pôs nada e tcharam: criou outro sucesso de venda!! Em termos de conteúdo, a coisa toda não ganha mais que uma nota 7, algo bem abaixo dos padrões do escritor, mas que mesmo com suas obviedades, é algo bem divertido de se ler. Sério, todos os clichês estão lá... personagens se tornando gangs (o Hulk e também o Motoqueiro Fantasma) a queda dos heróis (de uma fomra ou de outra, no futuro, os heróis sempre se fodem), os senhores feudais, os desertos, e todo o resto... A história é dividida em duas partes bem distintas, a primeira é um tour pela américa detonada deste tempo; enquanto a outra parte, que ocorre na útima edição é a parte da vingança, que intensifica o clima de wester no roteiro.

Essa mini-série é tão absurdamente simples que até eu podia ter escrito ela! Mas não escrevi, por isso, ponto pro Millar de novo!

A Marvel, como boa farejadora de dinheiro que é, não deixou a peteca cair, mal acabou Old Logan já vieram com a notícia de que a história tem conexão com as edições atuais do Quarteto Fantástico e com 1985 (num post futuro falo desses projetos).

A primeira parte foi bacana, só nos resta esperar que não caguem com estes spin-off's.

         A gente fala e fala sobre o roteiro, mas oque importa mesmo é porrada!! E disso Millar entende muito bem.


PS: Parece que Millar consegue tudo, menos dirigir seu tão sonhado filme do Superman.

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Hitman...

GARTH ENNIS É UM GÊNIO, PUTAQUEMEPARIU!!  
Sem palavras, caras, não vou dizer merda nenhuma mesmo... apenas LEIAM!! Acho que é a melhor coisa que esse escroto já escreveu, caralho eu CHOREI... DUAS VEZES lendo as últimas edições. Emocionante pra cacete.

Se vocês não lerem, jamais perdoarei vocês.

PS: Tô adicionando no HD

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Ressurreição vol. 01







Sempre que eu posto uma hq aqui, depois eu penso, "caralho, o NC não é um blog pra postar hq's, o Vertigem, o Tropa BR, e o FARRA é que fazem essas coisas"; sempre que eu posto uma notícia aqui eu penso "porra, o NC não é um blog pra postar notícias, o Omelete e o MdM é que fazem isso". Bom, então pensei agora, "na verdade, o NC não é um blog de porra nenhma, então eu faço o que eu quiser com ele"... O que nos leva ao ponto atual.

Cá está a mini-série Ressureição, da Oni Press, escrito e desenhado por dois caras que eu nunca tinha ouvido falar. O plot da revista é muito bom, depois de uma invasão alienígena que fudeu nosso planeta por dez anos, (quase) todos os et's sumiram inexplicavelmente. Agora, cabe aos sobrevivenmtes ressucitarem a civilização (sim, daí o nome).

No primeiro volume, vemos Sara e Benjamin, dois sobreviventes que se conhecem dias após a evasão dos "insetos" (como eles chamam os aliens), e estão indo rumo a Washington; Paul Dolan e o General Schultz são o mais perto que sobrou de um governo federal, e estão indo para Washington também levando uma porção de sobreviventes com eles; temos também Simon Armus o "badass" da história, o cara malvadeza cheio de truques de Chuck Norris que é segurança do cara-burro-mais-inteligente-do-mundo, Norman Tulley. E por último,isolada dos outros personagens, temos Judith, uma militar que parece ser a única que cuida do único "inseto" ainda no planeta (ela colocou nele o apelido de Spock).

Claro que o Spock foge, claro que os personagens se encontram, claro que os ets vão voltar.

O roteiro dá umas tropeçadas nos diálogos, na maioria das vezes, bem insosos, mas compensam na complexidade com que algumas histórias se cruzam (leia o anual e você vai me entender); o que realmente faz essa série ficar com aquele clima de "deixou a desejar", é o desenhista TERRÍVEL que assombra as seis edições da mini-série. Tomara que melhore no segundo volume, Ressurreição tem tudo pra ser uma pequena pérola criativa.

No mais, Ressurreição parece uma tentativa da Oni Press de entra na onda do sucesso de The Walking Dead ("hã? mas essa não é sobre e ets e a outra sobre zumbis ?" pois é, mas tudo é sobre um apocalipse num futuro próximo, e sobre pessoas tentando recriar a civilização, e sobreviver).

Então é isso... See You Later Alligator !!


As hq's estão disponíveis aqui no novo hq virtual do blog (o outro deu pau, sei lá)